O JAZZ BRAZZILIANO é um grupo musical, no estilo “big band”, composto por cinco saxofones: dois sax-altos, dois sax-tenores, um sax-barítono, além de três trompetes, dois trombones, piano, contrabaixo, bateria, percussão e “lady-crooner”.
O repertório é composto de música brasileira: sambas, choros, boleros, bossa novas, etc, além de jazz, temas do cinema e internacionais.
Os músicos possuem grande experiência e muitos deles atuaram em famosas big-bands no passado, além de jovens músicos que trazem o seu talento e juventude ao grupo.
Conserva em seus arquivos os arranjos originais das orquestras do passado de Belo Horizonte, desde a década de 1950, tais como as Orquestras dos maestros Osvaldo Castilho, Delê, Erasto Meniconi, João de Deus Peluci e outros.
O JAZZ BRAZZILIANO sucedeu a Orquestra ENGELETRO, que foi mantida pela empresa ENGELETRO, cujo diretor e fundador é o Marcelo.
A ENGELETRO é uma pequena indústria de equipamentos eletromecânicos e eletrônicos, utilizados pelas empresas de mineração, cimento, papel e celulose, portos de granéis, etc., sendo pioneira na fabricação de balanças dinâmicas para correias transportadoras, detectores de metais para correias transportadoras, detectores de rasgo em correias transportadoras e outros, concorrendo de igual por igual com empresas estrangeiras de grande porte.
A Orquestra ENGELETRO foi uma “big band” que atuou durante mais de 25 anos, desde 1980, se apresentando em praticamente todos os clubes e salões de festas de Belo Horizonte e de muitas cidades de Minas Gerais e fora do Estado.
O maestro João de Deus Peluci foi o maestro exclusivo da Orquestra ENGELETRO e também do JAZZ BRAZZILIANO até 2022, quando faleceu durante a pandemia, aos 93 anos de idade. O maestro Peluci dedicou toda a sua vida à música atuando nas grandes orquestras do passado, inclusive na orquestra dos Diários Associados, na Rádio Guarani em Belo Horizonte.
A Orquestra ENGELETRO foi agraciada com o diploma de “Mérito Artístico Rômulo Paes”, em 1996, pela Câmara Municipal de Belo Horizonte, por relevantes serviços prestados à Cidade.
Foi agraciada também com diploma de a “Melhor Orquestra de Baile” em Belo Horizonte, em 1995.
Apresentou-se também na Granja do Torto em Brasília.
O JAZZ BRAZZILIANO, atuante desde 2007, é administrada pelo engenheiro eletricista e eletrônico, formado em 1970 pela UFMG com especialização em Automação Industrial também pela UFMG e também músico Marcelo Ribeiro da Silva, pelo seu amor à música e com a determinação em conservar a memória musical do gênero no Brasil.
Realizou apresentações na Sala Juvenal Dias do Palácio das Artes, Conservatório da UFMG, PIC Cidade, Automóvel Clube, Fundação de Educação Artística, dentre muitos outros.
Todos nós amamos o que fazemos. Nos reunimos toda segunda feira para um ensaio de 4 horas, durante o ano todo. Quando por algum motivo o ensaio é cancelado é motivo de frustração. Todos aguardam ansiosamente a segunda feira para tocarmos juntos e nos reunirmos para uma conversa entre amigos.
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